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Uma semana com o Pixel 11 Pro confirmou meu maior medo sobre a Google

Pixel 11 Pro semana uso medo

Depois de uma semana com o Google Pixel 11 Pro como aparelho principal, o que deveria ser uma experiência premium se transformou em uma série de frustrações que confirmaram os piores receios sobre a linha Pixel. O problema não está no hardware — está no software.

Bateria insuficiente para um flagship

O Pixel 11 Pro vem com bateria de 5.200 mAh e processador Tensor G5, que deveria entregar eficiência energética de primeira. Na prática, o aparelho mal chega ao final do dia com uso moderado. Segundo testes do Android Authority, a tela LTPO de 120 Hz e o processador consomem mais energia do que o esperado, mesmo em modo de economia.

Em comparação, o Samsung Galaxy S26 Ultra, com bateria de 5.500 mAh, oferece até 30% mais autonomia em testes idênticos. “O Tensor G5 é potente, mas não é eficiente. É como ter um carro esportivo que bebe demais”, comentou o analista do site.

Problemas de aquecimento

O aquecimento é outro ponto crítico. Durante a navegação prolongada em redes sociais e streaming de vídeo, o Pixel 11 Pro atingiu temperaturas perceptíveis na parte traseira. A Google reconheceu o problema em nota oficial e afirmou que uma atualização de software será lançada em setembro para otimizar o gerenciamento térmico.

Segundo a empresa, o Tensor G5 foi projetado para priorizar inteligência artificial e processamento de imagem, o que gera carga intensa nos núcleos do processador. “Estamos trabalhando para equilibrar desempenho e eficiência térmica nas próximas atualizações”, declarou um porta-voz da Google.

A câmera continua sendo a melhor

O ponto alto do aparelho é, como sempre, a câmera. O sensor principal de 50 MP com processamento computacional do Tensor G5 produz fotos com cores vibrantes e detalhes impressionantes. O modo Noturno e o editor de fotos integrado continuam sendo os melhores do mercado Android.

Para quem prioriza fotografia, o Pixel 11 Pro é imbatível. Mas para quem precisa de um aparelho para o dia a dia, as limitações de bateria e aquecimento são difíceis de ignorar. Mais detalhes estão na análise completa do Pixel 11 Pro.

Vale a pena?

Com preço de lançamento a partir de R$ 6.499, o Pixel 11 Pro entra em concorrência direta com o Galaxy S26 Ultra e o iPhone 17 Pro Max. A escolha dependerá do que o usuário prioriza: câmera e experiência de software pura (Pixel), ou bateria e ecossistema (Samsung/Apple).

Para quem já é fã da linha Pixel, vale a pena aguardar a atualização de setembro antes de decidir. Para quem busca um flagship equilibrado, o Galaxy S26 Ultra pode ser a opção mais segura no momento. Compare os modelos na comparativo Pixel 11 vs Galaxy S26.

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