O Google está testando um novo recurso chamado ‘Device help’ no Pixel 11 Pro, integrado ao assistente Gemini. Conforme reportou a 9to5Google, a ferramenta deve ajudar o usuário a resolver problemas e encontrar funções no próprio celular, com respostas geradas por inteligência artificial dentro do aparelho.
Como funciona o recurso
A ideia é simples: em vez de o usuário navegar pelos menus à procura de uma configuração, ele pergunta diretamente ao Gemini. A IA entenderia a intenção e indicaria o caminho, ou até executaria a ação automaticamente. Conforme o material publicado, o ‘Device help’ está em fase de testes e pode chegar cheio de novidades na versão final.
A funcionalidade combina o conhecimento do Gemini com acesso às configurações do dispositivo. É um passo para transformar o assistente em algo mais ativo, capaz de operar o telefone e não apenas responder perguntas genéricas.
Trend geral dos assistentes
Essa movimentação não é isolada. Empresas de tecnologia vêm apostando em assistentes mais presentes no dia a dia, como mostra a aposta da OpenAI em agentes de IA para tudo com o ChatGPT Work. A diferença aqui é o foco no controle do próprio aparelho, algo que pode tornar o celular mais fácil de usar para quem não tem intimidade com tecnologia.
Ferramentas que ajudam a “cuidar” do dispositivo também dialogam com a preocupação de suporte, um tema que ganhou força com a demanda por capacitação em tecnologia no país.
O que esperar do lançamento
Ainda não há data oficial para o recurso sair do modo de testes. O Pixel 11 Pro é a linha mais avançada do Google, e o ‘Device help’ deve ser um dos diferenciais na disputa com concorrentes. Especialistas avaliam que, se funcionar bem, o recurso pode reduzir a dependência de atendimento humano e tornar os aparelhos mais autônomos.
Para usuários, a promessa é de menos dor de cabeça com configurações e mais rapidez para resolver imprevistos. O Google não detalhou quais aparelhos receberão a novidade além do Pixel 11 Pro, nem confirmou se ela chegará a modelos mais antigos. Até lá, o assistente continua evoluindo como um dos pilares do ecossistema Pixel.