ESports: Famosos Que Você Não Sabia Que Eram Fãs De ESports

Os esports se tornaram, em poucos anos, em uma opção de entretenimento para milhares de pessoas em o mundo todo. E como era de se esperar, diversos rostos populares se testemunharam fãs deste fenômeno. Alguns concorrentes, outros são só espectadores e até já abundantes conhecidos se tornaram proprietários de clubes de esportes eletrônicos. Um dos mais conhecidos e cuja entrada em esports gerou mais ruído foi a de Fernando Alonso. O duas vezes campeão da Fórmula um chegou a um acordo com o popular Carlos ‘Jaguatirica’ Rodríguez para formar uma equipe virtual conjunta: FA Racing G2.

o Teu movimento como o padrinho do clube foi pioneiro e teve uma repercussão sem precedentes, que ajudou a tornar percebível o sim racing, ou o que é o mesmo, as lutas de jogos eletrônicos do automóvel. Alonso é o único piloto que foi explorado no universo dos esports.

  • Enforce permission checks when editing Lexeme (phab:T189480)
  • Pochettino: “Necessitamos estar mais juntos do que nunca”
  • Mais imagens: Cesc, Kaká, Falcão, Messi, Cristiano
  • Treinamentos em filme e tutoriais
  • In-Reply-to: Id. da mensagem que se responde
  • Imposto de renda,
  • Diagnóstico. Onde estamos? É um retrato do que está acontecendo na actudalidad
  • 13:24 deu ->v

este é o sim racing tornaram-se uma porta de entrada para figuras muito conhecidas. Max Verstappen, Fabian Coulthar ou Will Power, são somente alguns dos nomes que se aproximaram pro mundo competitivo dos jogos de corrida. Em Portugal, o catalão Dani Clos assinou com o clube de esports KIYF pra fazer uma equipe em jogos tão diferentes como a MotoGP, F1 ou Gran Turismo. O que foi o mentor da GT Academy, também tentou a sorte como youtuber, onde o vimos pilotar no universo virtual com outros visualizações e foram lançados como Wismichu, DjMaRiiO ou Grefg. Outro piloto notável por tua história especial é o espanhol Lucas Ordoñez, que entrou pro mundo profissional depois de obter uma guerra de Gran Turismo.

Aconteceu de corridas virtuais pela GT Academy, a luta pela Nissan como piloto e competir nas vinte e quatro horas de Le Mans. Se os jogos de corrida abriram uma janela pro universo dos e-sports, FIFA e PES são a porta usual de entrada para a vasto maioria dos neófitos, incluindo diversos jogadores de futebol.

Entretanto não é o único título qualificado de aproximar os atletas pro mundo competitivo virtual. Dani Carvajal, Ibrahimovic, Griezmann e Özil são apenas alguns dos que se sucumbiu à febre de Fortnite. Pra outros ainda os temos visto competir em torneios de exposição. A estrela no ligeiro da NBA Gordon Hayward assim como se considerou em diversas ocasiões fã absoluto dos jogos competitivos. Entre seus favoritos estão Overwatch, Call of Duty, StarCraf ou Halo, entretanto além de tudo, mostre competência em League of Legends, jogo em que chegou a notabilizar que não tem rival entre os seus companheiros da NBA. Outros como Gerad Piqué ter ido um passo além.

Entre os vários negócios do clube catalão são os jogos eletrônicos e, especialmente, os esports. O português André Gomes assim como se mantém perto do setor como investidor estratégico de G2, o clube de Jaguatirica. E, como ele, vários outros atletas de elite têm feito o mesmo. É o caso de categorias como Shaquille O’Neal, que vimos jogando Street Fighter no ELeague.

Caso igual é o do pináculo Rick Fox, que chegou a ser proprietário de Echo Fox, clube multiequipo onde compete uma das lendas atuais do fighting: Sonic Fox. Os baloncestitas Stephen Curry e Andre Iguodala investiram em TSM junto ao ex-jogador da NFL Steve Young. Uma aliança similar formaram Kevin Durant e Odell Beckham Jr.

Quando Sonhe Dragons subiu ao palco do Estádio do Mundial de Seul ao longo da abertura da copa do Mundo de League of Legends, as pesquisas no Google são acionados em pesquisa de uma ligação entre o grupo e os esports. E não tinha que preparar-se muito, pois os membros do grupo se ratificaram em muitas ocasiões como fãs absolutos do jogo. Foram investidores em algumas organizações do setor e o baterista Daniel Platzman chegou a revelar na revista Forbes, que aguardava que os esports chegassem a se tornar um espetáculo tão vasto como a NFL.